A tão temida FRIEND ZONE

Acho que palavra alguma causa mais temor em um homem sexualmente ativo, e inativo principalmente, que friendzone. Para aqueles que desconhecem o significado, mas devem já devem ter sentido seus efeitos, Friendzone é:

Ter um nível de amizade tão grande com a pessoa com a qual está interessado que qualquer aproximação libidinosa está fora de cogitação.


Este fenômeno, apontam estudos, acontece muito mais com os homens, e é sentido na pele com a celebre frase: Mas nós somos amigos. Frase usada muitas vezes como desculpa esfarrapada para não machucar alguém ao se dar um fora e, neste momento, aceite-a porque a verdade pode ser bem pior.

Existem pessoas que entram instantaneamente na zona de amizade, o que seria um feito invejável caso desejasse ser apenas amigo, mas partindo do pressuposto que não é, tentarei traçar um perfil e discorrer como não cair nesta cilada.

O bobo: Você é o tipo de pessoa mais engraçada da roda de amigos, todos riem do que você fala, de como gesticula ou apenas faz papel de palhaço. Com certeza já ouviu que mulher gosta de homens divertidos, mas se isso é a única coisa que sabe fazer ou a sua principal qualidade, provavelmente não ficará com ninguém.

O sem iniciativa: Você é afim da menina que é afim de você mas nenhum dos dois toma a iniciativa. Ficam esperando o melhor momento, quando ele chega não conseguem aproveitar e fica aquele clima de constrangimento, arrastam essa situação por tanto tempo que um dos dois perde o interesse ou se cansa.

O conselheiro: Tipo de pessoa que está sempre ao lado para escutar sobre aquele menino que ela está apaixonada, sobre o ex namorado cafajeste ou sobre a amiga fura olho. Acaba-se criando um vinculo de confidências no qual não vejo mais possibilidade alguma de rolar algum clima favorável.

O paga pau: Também conhecido como ‘Rei do elogio’, o paga pau evita ao máximo falar qualquer coisa que desagrade seu alvo, vive cobrindo-a de elogios e concordando com as maiores besteiras já ditas por um ser humano. Perde justamente por não ser desafio algum sua conquista, tendo uma chance somente em um momento de baixa estima, sendo tratado como um brinquedinho.

Bom, acho que fui um pouco presunçoso ao dizer que lhes ensinaria como sair dessas situações, mas acredito que devas fazer uma escolha: ou se contenta com a condição de amigo e é feliz assim; ou mude o modo de agir e tente uma abordagem mais favorável.

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18° aqui fora

Um dia minha amiga Mari, ex(?) redatora do malvadas.org, me contou que escrevia contos eróticos, por sinal muito bons, e perguntou se eu não tinha vontade de escrever. Nunca havia tentado, porém aceitei o desafio no dia 06 de novembro de 2010. O texto tomou um rumo diferente do esperado, contudo eu gostei muito. Apesar de não ter a mínima ideia do que irá virar caso dê prosseguimento, gostaria de compartilhar com vocês meu esboço:

18° aqui fora

Quinta, 19:40, chego em casa cansado do trabalho, planos para noite são as 6 cervejas que comprei no mercado e o meu querido sofá, uma Tv para distrair. Telefone toca, tiro-o do gancho sem a menor pretensão de alguém salvar a minha noite, uma voz feminina, triste – Quem bom que está em casa… – Silêncio. – Oi, quem é? – Um breve silencio, um soluço e a resposta – Aparece na janela, veja se ainda lembra de mim.

Ainda confuso e com a cerveja recém aberta em mãos vou para a janela, antes uma olhada no espelho, um sorriso ensaiado e uma crescente preocupação com aquela voz ligeiramente melancólica. Surjo no 3º andar, vento frio bate no peito nu, lá embaixo uma garota, cabelos loiros, vestido vermelho, em uma das mãos uma garrafa de champagne na outra as chaves do carro, um sorriso envergonhado e ao mesmo tempo suplicante. Ela me lembra muito uma garota do colégio, caramba, qual o nome? Anos que não a vejo, desde… – Heeeey, você nem lembra de mim, né?- Ela se vira rapidamente e começa a ir embora, andar arrastado. Fico alguns segundos parado, perplexo, grito algo como -Me espera – e saio correndo pelas escadas para encontra-la antes que se vá. Alcanço-a quando está para abrir a porta do carro, New Beetle preto. Puxo levemente seu braço, pele macia, cor alva, ela sem dizer nada me dá um abraço forte. Sinto seu perfume levemente doce e delicado, afago seus cabelos. Ela se afasta preguiçosamente de mim, dá um sorriso e me rouba um beijo; agora eu me lembro, tivemos um rolo no 2º ano, nada sério, eu estava querendo curtir a vida e ela querendo um relacionamento, preferi não machucá-la e me afastei.

– Oi, a quanto tempo? Realmente uma surpresa te ver.

– É, acho que uns 6 anos né? Pelo visto ainda mora na mesma casa.

– Sempre gostei desse bairro, não quer entrar?

– Pode ser, e você não está em trajes para uma noite como essa; caramba deve estar fazendo uns 18º aqui fora.

Ofereço meu braço para ela, tomo uns goles de cerveja e converso umas amenidades, até chegarmos no apartamento.

[…] talvez continue no próximo episódio


Sério Mesmo? Analisando Músicas

Sabem aquelas músicas românticas que os casais da namorados vivem cantarolando, pois é a sequência de post “Sério Mesmo?” vem analisar a fundo essas canções.

Chega de papo, vamos a uma música clássica de reconquista:

“Nada pra mim – Ana Carolina”

O título já nos vem evidenciado oque encontraremos a seguir: uma pessoa que está abdicando de tudo por um motivo maior, uma música que falará sobre o ato de doar, sobre altruísmo…

“Eu não vim aqui
Pra entender ou explicar
Nem pedir nada pra mim
Não quero nada pra mim…”

Nossa querida Ana já chega de supetão, sem nem organizar as idéias, falando que não veio nem pra entender muito menos pra explicar, bem deve ter feito besteira, e nem para pedir nada; e fazendo um leve drama conclui, “não quero nada pra mim”. Isso me faz questionar o PORQUE dela ter vindo ou se está alcoolizada.

“Eu vim pelo que sei
E pelo que sei
Você gosta de mim
É por isso que eu vim…”

Já ouvi dizer que eu sou convencido, mas sinceramente. A mulher já está toda errada e em vez de dizer eu te amo diz: “Sei que você gosta de mim!”. Muito me lembra a célebre frase de Han Solo…

“Eu não quero cantar
Pra ninguém a canção
Que eu fiz pra você
Que eu guardei pra você…”

Então não cante, não grave um CD e lance a música pra vender discos e ganhar dinheiro! Tenho a leve impressão que ela está enrolando MUITO pra realmente falar ‘oque que está pegando’.

“Pra você não esquecer
Que eu tenho um coração
E é seu!”

Nesta hora o sujeito já está mais que confuso, assim como você leitor, sobre as intenções da mulher. Ela  não quer nada, só dizer que você a ama, ou tentar te convencer disso, fez uma musiquinha no melhor estilo cartinha de amor da quinta série e agora está dizendo por fim que lhe ama… aí tem coisa!

“Tudo mais que eu tenho
Tenho tempo de sobra”

Tempo de sobra você tem mesmo, agora o cara eu não sei se tem pra ficar ouvindo esse papo sem sentido.

“Tive você na mão
E agora tenho só essa canção”

Rááá, está aí toda a explicação: Ana teve um grande amor, fez uma grande besteira, está arrependida e pretende reconquistar o que ela pensa ser sua alma gêmea.

Atentemos a: ~tive você na mão~. Deve ter feito gato e sapato do pobre sujeito, pintado e bordado e todos os ditados que não consegui lembrar; querendo agora, sem nem pedir perdão, que ele volte. Olha, faz bem o pobre Juquinha ficar longe de uma doida como você.

Ana… PASSAR BEM! (mal)


Tudo péssimo ou tudo ótimo?

Olhem eu aqui pensando na vida de novo, e me veio aquela velha vontade de compartilhar meus pensamentos com as pessoas, mas sabe como é nem sempre se tem tempo e disposição para tal. Então deixo aqui meus rabiscos:

Incrível como ainda me surpreendo, ainda hoje, com a necessidade constante que as pessoas têm de recriminar e julgar mal os outros por pequenos fatos sem nem ao menos conhecê-los e saber se esta é uma atitude intrínseca ou não. Vejamos: Você está conversando com seu grupo de amigos e resolve comentar sobre algo que conseguiu, ai começam a te olhar torto como se estivesse se gabando e passam à procurar defeitos e falar mal de alguma forma. Em certo ponto você nem sabe mais se o seu feito foi algo realmente digno de nota e resolve deixá-lo de lado porque até para você, ele se tornou insignificante. Fico teorizando o porquê dessa atitude defensiva/ofensiva em relação às vitorias alheias: talvez seja pela frustração da pessoa de não conseguir alcançar o que almeja e tenta tirar do outro esse sentimento de conquista.

É nessa hora que começamos a repassar mentalmente todas as vezes que isso ocorreu em nossas vidas e nem percebemos, pois é caro cidadão de bem isso já aconteceu com você e certamente já fizeste com outros. Mas o que eu venho criticar aqui não é a pessoa em si, mas a necessidade da sociedade em ser mais forte do que o individuo. Em contrapartida temos uma necessidade cada vez mais crescente de buscarmos reconhecimento, transformando isso em um ciclo vicioso. Faça qualquer coisa, e sempre vai ter alguém pra dizer que é ruim. É a famosa história do velho, do menino e do jumento: se o velho monta no jumento, é explorador porque a criança fica a pé, se a criança fica em cima do jumento, é desrespeitosa porque o velho está cansado, se os dois botam o jumento nas costas, são burros porque um deles poderia ir montado.

Vários assuntos surgem na minha mente e me lembro de outro estereótipo facilmente encontrado nos dias de hoje: aquela pessoa que elogia tudo. O texto que você fez pode estar uma porcaria mas ela está dizendo que foi a melhor coisa que leu na vida, a comida que preparou ta mais insossa que arroz de hipertenso, mas lógico para ela está uma maravilha. Dando uma de psicólogo, me atrevo dizer que isto é uma necessidade de aceitação em um grupo ou de uma pessoa em particular, e não sabendo como se portar prefere dizer que está tudo muito lindo, tudo muito legal.

Creio que todos nós temos um pouco desses esteriótipos e , dependendo da situação, pendemos para um lado,  mas normalmente sem extremos.

Escrito por Allan Miotto e contribuição de Marcos Cordeiro


Adeus disse ele, Adeus disse a raposa

”E foi entao que apareceu a raposa:
– Bom dia, disse a raposa.
– Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas nao viu nada.
– Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira…
– Quem es tu? Perguntou o principezinho.
Tu es bem bonita…
– Sou uma raposa, disse a raposa.
– Vem brincar comigo, propos o principezinho. Estou tao triste…
– Eu nao posso brincar contigo, disse a raposa. Nao me cativaram ainda.
– Ah! Desculpa, disse o principezinho.
– Apos uma reflexao, acrescentou:
– Que quer dizer cativar?
– E uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Tu nao es ainda para mim senao um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu nao tenho necessidade de ti. E tu nao tens necessidade de mim. Nao passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nos teremos necessidade um do outro. Seras para mim unico no mundo. E eu serei para ti unica no mundo…
…Mas a raposa voltou a sua ideia.
– Minha vida é monotona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem tambem. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida sera como cheia de sol.
Conhecerei um barulho de passos que sera diferente dos outros . Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamara para fora da toca, como se fosse musica. E depois, olha! Ves, la longe, os campos de trigo? Eu nao como pao. O trigo para mim é inutil. Os campos de trigo nao me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Entao sera maravilhoso quando tiveres me cativado. O trigo, que é dourado fara lembrar- me de ti.
E eu amarei o barulho do vento no trigo…
E a raposa calou-se e considerou por muito tempo o principe:
– Por favor… cativa-me! Disse ela.
– Bem quisera, disse o principezinho, mas nao tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
– A gente so conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens nao tem tempo de conhecer coisa alguma.
Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como nao existem lojas de amigos, os homens nao tem mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
– Que é preciso fazer? Perguntou o principezinho.
– É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentaras primeiro um pouco longe de mim, assim na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu nao diras nada. A linguagem é uma fonte de mau-entendidos.
Mas, a cada dia, te sentaras mais perto…
No dia seguinte o principezinho voltou.
– Teria sido melhor voltares a mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, as quatro da tarde, desde as tres eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu sentirei feliz. As quatro horas, entao, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade!
Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração… É preciso ritos …
… Assim o principezinho cativou a raposa.
Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
– Ah! Eu vou chorar.
– A culpa é tua, disse o principezinho, eu nao queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse…
– Quis, disse a raposa.
– Mas tu vais chorar! Disse o principezinho.
– Vou, disse a raposa.
– Entao, não sais lucrando nada!
– Eu lucro, disse a raposa, por causa da cor do trigo.
Depois ela acrescentou:
– Vai rever as rosas. Tu compreenderas que a tua é unica no mundo. Tu voltaras para me dizer adeus, e eu te farei presente de um segredo.
Foi o principezinho rever as rosas:
– Vos nao sois absolutamente iguais a minha rosa, vos nao sois nada ainda.
Ninguem ainda vos cativou, nem cativaste a ninguem. Sois como era minha raposa. Era uma igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela um amigo. Agora ela é unica no mundo.
E as rosas estavam desapontadas.
– Sois belas, mas vazias, disse ele ainda.
Nao se pode morrer por vos. Minha rosa, sem duvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é porem mais importante que vos todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob uma redoma. Foi a ela que eu abriguei com o paravento. Foi dela que eu matei as larvas ( exceto duas ou tres borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar- se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.
E voltou, entao, a raposa:
– Adeus, disse ele…
– Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo.
É muito simples: so se ve bem com o coracao. O essencial é invisivel para os olhos.
– O essencial é invisivel para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
-Foi o tempo que perdeste com a tua rosa que fez tua rosa tao importante.
-Foi o tempo que perdi com a minha rosa… repetiu o principezinho a fim de se lembrar.
– Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu nao deve esquecer.
Tu te tornas eternamente responsavel por aquilo que cativas. Tu es responsável pela rosa…
– eu sou responsavel pela minha rosa… repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
Sinto-me responsavel por todos aqueles que eu cativei, ou que me cativaram. Isso é facil? Nao. Por vezes deixo de cuidar bem de cada um, com carinho e atençao que merecem. Mas cada amigo é para mim algo inestimavel. É a grande oportunidade de aprender e de crescer como pessoa. Ha pessoas que sao um equivoco, que talvez eu nao soubesse cativar, ou que talvez eu reconhecesse nelas as minhas fraquezas e defeitos, e sendo assim eu descartei, deixei de lado de uma vez. Outras o tempo e espaço separaram, mas sao como o trigo para mim, uma simples recordaçao me remete aos bons momentos juntos. Eu amo todos que me cercam. Gostaria que todos soubessem, caso eu nao tenha dito. As palavras, as vezes ficam travadas em nossa garganta, simplesmente nao saem. Mas quando me encontrar, saiba que é com um grande abraço que retribuirei tua amizade.”


Anderson “Spider” Silva

Aos entusiastas que acompanham as Mixed Martial Arts (MMA) devem ter ao menos ouvido falar do brasileiro Anderson “Spider” Silva, atual campeão do Ultimate Fighter Championship (UFC) na categoria Middleweight ( até 84 kg ).

Dono de uma incrível marca de 13 vitórias e 8 defesas de cinturão no Ufc, Anderson é um dos atletas mais enigmáticos do evento: atuações espetaculares, provocações, vaias… realmente não sabemos o que pode acontecer quando “Spider” sobe ao ringue.

Após ter tirado o cinturão do queridinho do UFC, Rich Franklin, em outubro de 2006, ficou provado a todos que ainda duvidavam de suas capacidades que Anderson chegou para ficar. Desde então ele foi forçado a se superar a cada luta e em cada vitória incontestável nos perguntávamos: Quem poderia parar o Anderson Silva? Dan Henderson, campeão do Pride? ( finalizado no segundo round ); Forrest Griffin, ex campeão do Light Heavyweight? ( massacrado no 1º round ); Chael Sonnen, lutando a 220%? ( Finalizado no 5º round).

Testado de todas as formas e em todas as situações, Spider se manteve impassível e conquistou a vitória, assim como conquistou muitos fãs e, principalmente, muitos críticos. Todos que querem vê-lo derrotado, e incluo também o chefão do UFC Dana White, fazem pressão para que suba de categoria. A questão é: não tendo ninguém para batê-lo, ninguém para desafiá-lo, seria o certo obrigar “Spider” subir para o Light Heavyweight a fim de torná-lo “vencível”?

Eu acho que não, e resgatando a célebre frase:

O cinturão tá aqui! Quem quiser tomar é só vir aqui, bater o peso e cair dentro.


Especial Artes Marciais: Taekwondo

O taekwondo surgiu com uma técnica de combate e defesa em uma época marcada pelas guerras na Coreia, por volta de 100 a.c. Em sua forma original era chamado de Taekkyon e era praticado pelo exercito de elite do reino de Silla, o Hwarangdo.

“Com o propósito de defender o seu reino, os Hwarangdo dedicavam-se apenas ao estudo e à prática de artes marciais. Graças a este grupo, o reino de Silla, apesar de ser o mais pequeno dos três reinos que dividiam a Coreia de então, ganhou muitas batalhas históricas e lendárias, conseguindo conquistar e unificar pela primeira vez a península como um país.” ( portal são francisco )

Mais tarde com a ascensão de novas dinastias e a sua visão anti militar e posteriormente com a invasão japonesa (1909), o taekwondo foi perdendo força e passou a ser proibido, sendo ensinado apenas secretamente. Com o fim da 2º Guerra mundial e o fim do domínio japonês, o taekwondo voltou a ser praticado.

Tempos depois, o militar Choi Hong Hi, que estava preso em um campo de concentração no Japão, anexou técnicas de luta do Karatê ao taekwondo e, com seus discípulos, fundou a ITF ( International Taekwondo Federation ) com o objetivo de disseminar a arte no ocidente.

Com o intuito de resgate as origens, o presidente da Coreia, Park Chung Hee, convocou uma assembléia para a criação da WTF ( World Taekwondo Federation ), com sede em Seul.

Atualmente as duas federações, ITF e WTF, atuam de forma desunificada, tendo diferentes regras para competições. Contudo planeja-se uma integração para fortalecer o Taekwondo e, principalmente, unificar as duas Coréias.

Princípios do Taekwondo

  • Cortesia
  • Integridade
  • Perseverança
  • Auto Domínio
  • Espírito Indomável

Para finalizar o post, alguns vídeos:

Demonstração da ITF

540º Kick

Especial Taekwondo no Human Weapon

Parte 1/5

Parte 2/5

Parte 3/5

Parte 4/5

Parte 5/5

Referências:

Taekwondo ITF, Portal São Francisco, Taekwondo Brasil