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A tão temida FRIEND ZONE

Acho que palavra alguma causa mais temor em um homem sexualmente ativo, e inativo principalmente, que friendzone. Para aqueles que desconhecem o significado, mas devem já devem ter sentido seus efeitos, Friendzone é:

Ter um nível de amizade tão grande com a pessoa com a qual está interessado que qualquer aproximação libidinosa está fora de cogitação.


Este fenômeno, apontam estudos, acontece muito mais com os homens, e é sentido na pele com a celebre frase: Mas nós somos amigos. Frase usada muitas vezes como desculpa esfarrapada para não machucar alguém ao se dar um fora e, neste momento, aceite-a porque a verdade pode ser bem pior.

Existem pessoas que entram instantaneamente na zona de amizade, o que seria um feito invejável caso desejasse ser apenas amigo, mas partindo do pressuposto que não é, tentarei traçar um perfil e discorrer como não cair nesta cilada.

O bobo: Você é o tipo de pessoa mais engraçada da roda de amigos, todos riem do que você fala, de como gesticula ou apenas faz papel de palhaço. Com certeza já ouviu que mulher gosta de homens divertidos, mas se isso é a única coisa que sabe fazer ou a sua principal qualidade, provavelmente não ficará com ninguém.

O sem iniciativa: Você é afim da menina que é afim de você mas nenhum dos dois toma a iniciativa. Ficam esperando o melhor momento, quando ele chega não conseguem aproveitar e fica aquele clima de constrangimento, arrastam essa situação por tanto tempo que um dos dois perde o interesse ou se cansa.

O conselheiro: Tipo de pessoa que está sempre ao lado para escutar sobre aquele menino que ela está apaixonada, sobre o ex namorado cafajeste ou sobre a amiga fura olho. Acaba-se criando um vinculo de confidências no qual não vejo mais possibilidade alguma de rolar algum clima favorável.

O paga pau: Também conhecido como ‘Rei do elogio’, o paga pau evita ao máximo falar qualquer coisa que desagrade seu alvo, vive cobrindo-a de elogios e concordando com as maiores besteiras já ditas por um ser humano. Perde justamente por não ser desafio algum sua conquista, tendo uma chance somente em um momento de baixa estima, sendo tratado como um brinquedinho.

Bom, acho que fui um pouco presunçoso ao dizer que lhes ensinaria como sair dessas situações, mas acredito que devas fazer uma escolha: ou se contenta com a condição de amigo e é feliz assim; ou mude o modo de agir e tente uma abordagem mais favorável.

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Sério Mesmo? Analisando Músicas

Sabem aquelas músicas românticas que os casais da namorados vivem cantarolando, pois é a sequência de post “Sério Mesmo?” vem analisar a fundo essas canções.

Chega de papo, vamos a uma música clássica de reconquista:

“Nada pra mim – Ana Carolina”

O título já nos vem evidenciado oque encontraremos a seguir: uma pessoa que está abdicando de tudo por um motivo maior, uma música que falará sobre o ato de doar, sobre altruísmo…

“Eu não vim aqui
Pra entender ou explicar
Nem pedir nada pra mim
Não quero nada pra mim…”

Nossa querida Ana já chega de supetão, sem nem organizar as idéias, falando que não veio nem pra entender muito menos pra explicar, bem deve ter feito besteira, e nem para pedir nada; e fazendo um leve drama conclui, “não quero nada pra mim”. Isso me faz questionar o PORQUE dela ter vindo ou se está alcoolizada.

“Eu vim pelo que sei
E pelo que sei
Você gosta de mim
É por isso que eu vim…”

Já ouvi dizer que eu sou convencido, mas sinceramente. A mulher já está toda errada e em vez de dizer eu te amo diz: “Sei que você gosta de mim!”. Muito me lembra a célebre frase de Han Solo…

“Eu não quero cantar
Pra ninguém a canção
Que eu fiz pra você
Que eu guardei pra você…”

Então não cante, não grave um CD e lance a música pra vender discos e ganhar dinheiro! Tenho a leve impressão que ela está enrolando MUITO pra realmente falar ‘oque que está pegando’.

“Pra você não esquecer
Que eu tenho um coração
E é seu!”

Nesta hora o sujeito já está mais que confuso, assim como você leitor, sobre as intenções da mulher. Ela  não quer nada, só dizer que você a ama, ou tentar te convencer disso, fez uma musiquinha no melhor estilo cartinha de amor da quinta série e agora está dizendo por fim que lhe ama… aí tem coisa!

“Tudo mais que eu tenho
Tenho tempo de sobra”

Tempo de sobra você tem mesmo, agora o cara eu não sei se tem pra ficar ouvindo esse papo sem sentido.

“Tive você na mão
E agora tenho só essa canção”

Rááá, está aí toda a explicação: Ana teve um grande amor, fez uma grande besteira, está arrependida e pretende reconquistar o que ela pensa ser sua alma gêmea.

Atentemos a: ~tive você na mão~. Deve ter feito gato e sapato do pobre sujeito, pintado e bordado e todos os ditados que não consegui lembrar; querendo agora, sem nem pedir perdão, que ele volte. Olha, faz bem o pobre Juquinha ficar longe de uma doida como você.

Ana… PASSAR BEM! (mal)


Causos…

Como não poderia faltar estou aqui escrevendo umas histórias ( ou estórias ) que rolam nas mesas do Dark Fênix e em Caúra ( lanchonete e praia, respectivamente ). Sem mais enrolações, vamos ao que interessa:

## do cachorro

Talvez uma das histórias mais recontadas da humanidade, acredito até que uns 70% dos leitores já a conhecem, então vai aqui a versão escrita:

Um belo dia, nosso amigo ## foi convidado para uma festa de aniversário da irmã de um grande amigo seu na casa dos pais da garota. Lá chegando, de mão vazias é claro, nosso prezado “herói” vai logo se enturmando com a galera fazendo uma graça aqui e outra ali e claro, surrupiando alguns docinhos. Até com o cachorro ele vai fazer uma amizade. Apesar de não gostar de animais, ele pega a bola mais próxima e arremessa para o pobre bichano ir buscar, mas  esta foi uma tentativa em vão,então ele tenta uma segunda vez e nada. Neste momento, sem motivo algum, segundo o próprio, o cachorro começa a atacá-lo. Dentre gritos de “se joga na piscina”, “eu aposto 10 conto no cachorro” e “Rex, pára com isso”, nosso amigo resolve tentar a coisa mais óbvia do mundo: desacordar o cachorro. Pressionando a traquéia do animal enquanto é arranhado pelo filhote de carcaju [?] nosso “herói” se excede e aplica um golpe fatal, quebrando a traqueia do cão que cai em espamos. Nesse momento todo mundo parou, a música desapareceu e o pobre apostador perdia seus 10 reais, eis que surge a aniversariante: “Você matou o meu cachorro” e então desatina em lágrimas. ## então é convidado a se retirar da festa antes mesmo do bolo ser cortado e na saída escuta o lamento de seu amigo: “cara, eu gostava do meu cão”.

S# date

Essa história é muito longa para ser contada na íntegra e tem passagens deveras tensas, então começarei da parte em que eu e Fernando (capeta) passamos a fazer parte:

Em um belo sábado, dia de beber na época, Caps me liga para tomarmos umas cervejas em algum lugar qualquer. Aceitando sua proposta sem nem pensar 2x e obrigando-o a me dar carona desta vez, marcamos de sair lá pelas 8. No horário marcado ele aparece na minha casa e nos dirigimos a Litorânea a fim de nos embriagarmos. Contudo, como nada é perfeito, tem um congestionamento imenso e como sempre, eu tenho uma grande idéia: Doido, bora pro shopping atrás de S#, dar aquela marocada básica? No auge de sua inocência Capeta aceita minha proposta e partimos rumo ao Box Cinemas. Lá chegando nós calculamos a hora que ele havia dito que entraria na sessão e supomos que a sua saída seria por volta das 22h. Nos posicionamos então na praça de alimentação, em uma mesa com umas caixas do Bobs, e ficamos fazendo hora e conversando aleatoriedades. Perto das 22h decidimos ligar novamente para S# e saber que horas ele realmente sai, mas seu celular estava desligado e como não havíamos o visto passar pressupomos que ainda estava no cinema. O tempo passa e lá pelas 22:30 desistimos e resolvemos ir embora. Não mais que espontaneamente eu aponto para uma direção qualquer e digo “já pensou se o carro dele estivesse lá” e para nossa surpresa estava exatamente naquele local, e melhor, do lado do nosso. Decidimos então esperar no carro até o fim da sessão. Lá pelas 23:30, S# aparece com a menina, o infeliz foi ver Watchmen, eis que então abaixamos o banco do carro para não sermos vistos e fechamos os vidros, tentando olhar da maneira mais discreta possível. Não mais que de repente o carro do lado tem as suas portas destravadas e um casal se aproxima, a garota olha para dentro do nosso carro e visualiza eu e Caps com os bancos deitados e suados de tanto calor e faz uma cara deveras estranha, não sei porque¬¬. Enquanto isso a porcaria do carro de S#está com um problema aleatório qualquer e não quer pegar, o segurança resolve ajudar e eu e Caps ainda se recuperando do trauma anterior, ficamos apreensivos para não sermos “descobertos” dessa vez pelo segurança do shopping, o que seria algo bem bizarro porque ele certamente não entenderia a situação. Não me alongando em fatos desnecessários eis que o carro finalmente pega, nós saímos os seguindo e convidamos ambos a comer no Dark Fênix. A guria não aceita e S#vai. Contamos a nossa história e depois de muita zuação ele vem e diz que nem ficou com a guria. PORRA, DOIDO!!!


Achados e perdidos

Venho aqui, por meio deste post, deixar o meu desabafo. Incrível como as pessoas conseguem SEMPRE esquecer alguma coisa no meu carro, não sei se tem uma placa, invisível apenas a mim, escrita: Guarda volumes.

Antes de chegar a ultima, e mais constrangedora historia, gostaria de fazer um retrospecto das historias anteriores:

Tudo começou quando esqueceram um pente no carro, que por sinal é dos meus pais, mais precisamente na porta do passageiro. No dia seguinte mamãe vem com uma cara nada amistosa falar comigo, perguntando se o famigerado pente pertencia a alguém que andou comigo, fiz algumas ligações e descobri que sim. Na sequência levei logo uma bronca porque ela semi-brigou com meu pai por conta disto. Tudo resolvido, tudo bem, prometi nunca mais deixar tal fato acontecer, ledo engano.

Umas 3 semanas depois fui para o reviver com minhas amigas, carro cheio de mulher, caos total. Depois das bebedeiras no Chez Moi e todas devidamente entregues sãs e salvas, dou uma checada no carro, coisa que se tornou rotineira, e nada havia sido encontrado. No dia seguinte, como sempre, mamãe, com seus olhos de águia, achou um par de tamancos debaixo do banco. Ficou me questionando de quem era e como alguém poderia ter descido descalço em casa e nem notado, obviamente eu não sabia responder nenhuma das perguntas!

Atenção redobrada, avisos de alerta e operações pente fino me salvaram por alguns meses. Mas como nem tudo é perfeito, um belo dia após deixar minha amiga, ficante na época, encontro um brinco no carro. Faço logo meia volta, ligo para a menina e entrego seu pertence. Indo para casa dessa vez mais tranquilo por enfim ter achado algo antes de mamãe, vou dormir. No outro dia, almoçando tranquilamente com a familia reunida em volta da mesa, escuto a pergunta de praxe, já devia estar até no Control + C, – Allan, de quem é… o brinco que está no carro? Fico confuso por alguns instantes, como assim brinco?, certeza que eu devolvi, será que ela jogou devolta? WTF??? Então percebo o meu engano, brinco veem em pares e eu só havia devolvido 1. Tentei me explicar mas foi em vão, ainda escutei a pérola: Não sei oque você anda fazendo nesse carro. Pior que nem havia feito nada, quanto mais no carro. =T

Nesta altura já havia desistido de prestar explicações e procurar coisas no carro, ainda assim consegui achar um botão de calça =s e outro pente no carro, sempre antes da investigadora profissional, mamãe. Mas esse marasmo não duraria muito. Em uma ida à Litorânea ( praia ) esqueceram uma jaqueta no carro, que passou despercebida por todos, menos por ela. Só ouvi depois: Tem uma jaqueta no carro, viu. Obvio que não vi, mas ouvi o seu aviso, e respondi: É de Nandinha, irmã do meu grande amigo @Sckars. Foi o suficiente para ela não pensar besteiras porque nossas mães são amigas e no final das contas, realmente era.

Agora, nada barrou a minha ultima aquisição: Uma necessarie da Natura, que me foi entregue em mãos pela minha progenitora. A primeira vista fiquei até aliviado, ora essa, não era peça de roupa, não eram objetos pessoais, não era botão de calça… Provavelmente esse foi meu maior engano, o problema estava no conteudo de tal bolsa. Na tentativa de descobrir quem foi a infeliz que deixou isso no carro resolvi abri-la e dar uma vasculhada. Logo de cara vejo 3 pacotes de camisinha, pensei: Ui, nada mal; havia também uma chave de casa, alguém teve que bater na porta para entrar; e um compartimento fechado com zipper. Curioso com a continuidade dos fatos, dei logo uma vasculhada. De cara encontro um livro de bolso, ahhh, a pessoa é culta; que nada, era um Kama Sutra em miniatura acompanhado de mais 3 camisinhas e uma escova de dentes, porque não devemos chegar em casa sem escovar os dentes depois de tudo isso, lógico. Certamente essa minha carona saiu pra noite preparada para o melhor, ausaushaushuashua. E vos digo que nada fiz, prometo, porque não sabia dessas coisas e, principalmente, porque estava “semi-comprometido”.

Agora fico a pensar se minha mãe chegou a dar uma olhada no conteúdo da necessarie. Se não, está tudo bem; se sim, demorarei algum tempo para apresentar a minha namorada a ela. E que venham as novas surpresas e explicações esdrúxulas para fatos dos quais nem desfrutei¬¬